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Horas Mortas

Domingo, 17.05.09

 

 fim de tarde

 http://images.google.pt/imgres? 

 

Horas mortas,  tempo lento,

nada quer interferir, alterar,

tudo a seu tempo, a contento

de um destino ainda por traçar...

 

Triste destino, só, e sem glória,

amores e desamores proibidos

nada direis, não fareis história,

sereis amores esquecidos.

 

Horas mortas num fim de tarde,

resquícios de dias a correr,

pensamento doentio, que arde

num ser, que só quer adormecer...

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:33


3 comentários

De Breizh da Viken a 17.05.2009 às 23:06

Olá Alex,

Poema muito triste, no entanto extremamente belo...

Gostei muito de o ler...


Abraço

Breizh

De Alexandrino Sousa a 18.05.2009 às 18:08


Olá Breizh

Obrigada pelo carinho. Não contava com a Breizh por este blog.

Beijinhos
Alex

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