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NUNCA É TARDE....

Quinta-feira, 01.10.09

 

 

 

 

(ficção)

 

Sente-se medo no ar...

Cada passo é dado milimetricamente...

cada sussurro... entre a língua e o dente...

a sombra foge da própria sombra...

e o olhar finge nada ver...

O caminhante pára para perceber,

não consegue descortinar,

o que estará a acontecer,

mas sente que há medo no ar...

Aqui e ali, notas soltas, recados,

ou mesmo tentativa de apanhados,

do que alguém sabe e não diz...

Incólume e sereno, figura erecta

como que caçando perdiz,

ei-lo, ajustando a pontaria certa,

colocando os pontos nos "is",

"guiando" o comboio nos carris...

 

(espera-se não encontrar passagens de nível sem guarda)

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:01


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