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PAIXÃO

Domingo, 04.10.09

 

 

(ficção)

 

Meu Amor, dádiva de Deus,

eu não sou nada sem ti,

o ar que  respiro, és tu,

meus olhos, são os teus,

e o bater de meu coração

é o teu, num só, em união...

 

Sim, sim, somos um só...

Uma montanha, um grão de areia,

uma gota de chuva, o sol,

um fio de vida sem nó,

somos presente e futuro,

uma luz eterna no escuro...

 

Meu Amor, dádiva de Deus,

meus pecados, não são teus,

algum defeito, será só meu,

e o passado... em chamas ardeu...

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 17:32


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