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Nobre Povo...

Sexta-feira, 25.03.11

 

 

Sinto-me velho, cansado, e de dor é o meu rosto...

Nas costas, derreadas pelo tempo, carrego o povo,

estes milhões que espreitam pelas janelas, sós,

ou vagueiam moribundos pelas ruas de ninguém...

Nas minhas costas vai um povo adormecido,

um povo que anseia a revolta, um líder querido,

um gigante, que de forma triunfante, grite:

"tirem-nos os dedos, os anéis, mas este povo jamais será vencido"

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:27


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