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BERMA DA VIDA

Quinta-feira, 11.09.08

        o calcadao e o fim ...

                                       (da Net)

 

Pela estrada fora, comprida, esguia,

sigo sozinho, no meio do nada...

Meus passos palmilham a calçada

que um dia nos fez companhia.

E, tropeçando em qualquer pedra saída,

bem á lembrança as juras que fizemos,

os beijos que trocamos,

os sonhos que tivemos,

momentos de paixão adiados...

 

Essa estrada é a minha vida,

sem bermas, sem guias,

sem qualquer orientação,

sem ajudas, sem o apoio de tua mão,

sem tua voz (minha melodia),

sem futuro, sem razão...

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:52