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MÃO AMIGA

Sexta-feira, 12.09.08

             

                                  (da Net)

 

Descobri-te neste deserto,

árido, impessoal, incerto,

e no meio da multidão,

sem nome, te dei minha mão.

 

Mão amiga, infiel companheira,

mão calejada na canseira,

mão que te guiaría  para a vida,

mas que tu recusas...sentes-te perdida.

 

No meio desta multidão, renasceste,

e tapete vermelho puz a teus pés,

Sonhas com o amanhã, com os planos que fizeste,

Com a felicidade que buscas na Net...

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:10