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Velhos

Quinta-feira, 01.07.10

 

 

Os dias passam a correr,

a vida passa a correr,

os sonhos morrem ao nascer...

encostado na berma do passeio,

o velho fala sem saber o que diz,

o velho ri sem se sentir feliz,

o velho não quer saber de asseio...

olho para ele  mais uma vez

pobre e abandonado

deve se sentir resignado

talvez desabafe com o vinho

(seu único e fiel vizinho)

enquanto não lhe bate o destino

 

Assim podera eu ser

cantor do amor, da mulher,

canções que ninguém quer escutar

letras que ousei inventar

e que na berma da estrada irei cantarolar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:39