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Horas Mortas...

Quinta-feira, 21.07.11

 

São vadias as horas que não passam,

tardias as frases que não dizes,

e os momentos que no tempo entrelaçam,

se esgotam em olhares infelizes,

que na memória viva massacram...

 

Como são tristes os amantes errantes,

perdidos no emaranhado da sorte,

corpos ondulantes, cambaleantes,

aqui e ali batendo "truz, truz," à morte,

e esta responde com sorrisos...sonantes...

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:52