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Corrosão...

Quinta-feira, 05.01.12

 

 

De que riem as trevas,

as sombras das árvores sonâmbulas,

os fantasmas que criei no meu ser??

 

De que mantas me cobriram,

que me afastam da vida,

dos sonhos que um dia inventei??

 

Sigo neste barco naufragado,

amparado por corpos mutilados, desnudados,

ansiando meu desterro eterno.

 

Desisto de tudo, suplico paixão,

que se abrevie o fim dos tempos,

o fim de tudo, e que renasça um novo dia...

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:21