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Sonhos e Poesia...

Domingo, 13.05.12

 

 

Era manhã naquela manhã de sonhos

de poesia e deslumbramento,

de brilho, como se olhando o firmamento

as estrelas não brilhassem tanto assim...

 

Quis o tempo (o tempo que tem fim),

impor ordem, mostrar o sentido da vida,

tão lógica, tão concreta e definida,

onde nem sempre os sonhos têm lugar...

 

Oh, enganam-se os que não sabem amar,

os que não sentem o pendor do amor,

a raiz de um sentimento com dor,

que mesmo sem sonhar, adormecem no ar...

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:46