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Como uma Flor

Segunda-feira, 23.05.11

 

 

Madrasta foi a mãe natureza

quando me viu nascer,

tolhendo-me a beleza do ser,

cerceando-me na infinita pureza.

E assim, crescemos desiguais,

belos e puros na alma, uns,

outros, esbeltos, fenomenais...

 

Tomara eu nascer de uma flor,

botão perfeito, ganhando cor,

companhia certa no amor,

última companhia na dor...

Ah se eu fosse como uma flor...

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:05