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Cinzenta a manhã....

Segunda-feira, 10.06.13

 

 

 

pouco fértil a manhã

nas palavras que não direi,

nos pensamentos que não escrevi,

e nas noticias que não li...

O tempo está do avesso, eu sei,

e a ausência do que me prende

também me transcende,

desequilibrando o ser...

 

manhãs cinzentas, sem o sol nascer,

não deviam existir,

quando muito chamá-las quando quiser,

quando o amor não sorrir

ou a tristeza tomar lugar...

 

fecho as portadas de par em par...

no silêncio das quatro paredes,

por entre as nesgas de luz,

talvez veja alguma cruz

nesta saudade, que não mata, mas faz sofrer...

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 12:39


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