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no deserto do prazer...

Sexta-feira, 16.08.13

 

 

 

como duas aves ávidas pelo momento,

fizemos nosso o tempo

por entre o murmurar das ondas,

e a indiferença de quem passa...

 

nossas asas se entrelaçavam

e os corpos suplicavam,

tal o rumor que emanava das entranhas,

gestos, beijos, carícias ousadas...

 

e tudo era pouco, tão pouco,

(até o prazer te chamava de louco),

pela entrega e pelo ausência do acto,

como se amar fosse apenas espectáculo...

 

felizes os amantes das areias

e dos jardins floridos da primavera,

felizes os que gemendo, são sereias,

não do mar, mas dos momentos sem regra...

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:27


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