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meus barcos...

Sábado, 07.09.13

 

 

lancei meus barcos ao rio,

barcos de pescador sem redes.

em cada barco, um baú de recordações,

histórias vividas ou violentadas entre paredes...

 

esses barcos não têm timoneiro,

não têm vela para seguir os bons ventos.

são barcos fantasmas, perdidos,

como os corações sós, sofridos, entre lamentos...

 

se os vires, não tenteis a salvação,

deixai-os seguir, naufragar entre as turvas águas,

deixai-os afogar, que se apaguem as memórias,

as agonias, os sonhos e as mágoas...





 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:23


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