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TARDE DE DOMINGO

Domingo, 12.10.08

 

 

Tarde cinzenta de luz e vida

tarde "morta", sem história,

Lá fora o silêncio sem memória,

tudo está quedo, qual folha jazida.

 

As aves se recolheram e ainda é dia,

e neste silêncio ameaçador,

caem gotas do céu trovejador,

esperamos a chuva já tardia...

 

Calor abrasador de  planície desarborizada

neste Outono doente, calor tardio,

junto ao mar rugento, bravio,

o sossego, a paz de uma esplanada.

 

Tarde cinzenta de luz e cor

tarde triste para esquecer,

Noite, vem, te entrego meu ser,

me faz acordar num Ser Maior.

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 15:53


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