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VIDA

Sábado, 29.11.08

        

                        (da Net)

Vida,

Que tanto prezo,

ar que respiro,

a que tanto me apego...

E a cada suspiro,

um alivio...

Mas neste martírio

de ao me deitar,

ou ao acordar,

tantos gritos,

tantos momentos de dor,

por olhar em redor

e tanta dor, tanto sofrer,

e eu pergunto Meu Deus,

Porquê tanto perder

nos filhos teus?

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 19:40


5 comentários

De manu a 29.11.2008 às 20:45

Viva! Volta e meia dou por mim a pesquisar na net por blogs de poesia e uma vez por outra encontro um que me agrada, e este é um desses casos. Estive a ler alguns dos seus poemas e devo dizer-lhe que me identifiquei com muitos deles. Voltarei mais vezes para ler e apreciar o seu talento. Um abraço.

De Alexandrino Sousa a 30.11.2008 às 15:15


Caro Emanuel,

Obrigado por suas palavras (lisonjeiras, é certo), mas o que escrevo é uma forma de transmitir o que me vai na alma (sem pretensões claro), e de uma forma simples.
Obrigado por seus comentários, e volte sempre

Abraço
Alex

De manu a 30.11.2008 às 15:53

Um gesto de cortesia merece a sua equivalência. Um abraço.

De gatinhaperdida a 30.11.2008 às 18:25

Olá,Alex
Este está mesmo sentido...
Cheio de dor,de pranto...
Mas gosto,continuo a dizer que gosto do que escreves. ;o)

Beijo fica bem
Inês

De Alexandrino Sousa a 30.11.2008 às 18:53


Olá Inês, Tudo bem contigo??
É amiga, são só noticias más, dor por esse mundo fora, e nem damos por conta que a nossa vida é tão e tão importante...
Bjs e obrigada pela força

Alex

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