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DOMINGO DE RAMOS

Domingo, 16.03.08

Lembro-me o quanto era importante este dia, o seu significado, todo o ambiente que o rodeava.

Como era bonito arranjar os ramos de oliveira, os raminhos de alecrim...

Domingo logo pela manhã, era o caminho rotineiro para a igreja, só que desta vez também para a benção dos ramos. E, ao vir para casa, o cuidado com o ramo, qual presente que não se pode estragar.

Lembro-me de no passado (à tantos, tantos anos), em noites de inverno que já não se vêm mais, noites de forte trovoada, e minha mãe a pegar no ramo como que a pedir protecção divina.

Tudo parece mudar, e nem os assuntos mais divinos que parecíam ser eternos, fogem a essa mudança.

 

Domingo que vem, quero crer que virá cá o compasso. Esse ainda é o sinal (cada vez mais frouxo) que me faz lembrar a existência da Páscoa.

Já lá vão muitos anos, mas como tudo era bonito e importante nesta data. Sem querermos (ou talvez por queremos, sei lá), desligamo-nos de tudo o que são as nossas raízes, as nossas convicções .

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publicado por Alexandrino Sousa às 20:05


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