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finalmente... a chuva!!

Terça-feira, 24.09.13

 

 

soltou seus longos cabelos,

e assumiu sua liberdade na rua...

 

quem passava, parava,

vê-la ali, dançando na chuva

ainda que semi nua,

contornos suaves,

quase audazes,

tentadores, para quem sonha.

  

mas em tudo o resto, era alheio

seu corpo, que molhado pela chuva,

bronzeado, sem mácula do tempo,

dava asas à imaginação...e dançava...

 

e dançava... até seu corpo cair na exaustão...

deixou-se amparar pela árvore da praça,

pelo banco de jardim, refúgio de quem passa...

pudera eu te abraçar... ou só tocar tua mão....







 




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publicado por Alexandrino Sousa às 19:31

imagem....

Sábado, 27.07.13

 

 

soltou seus longos cabelos,

despiu-se das vestes de passeio,

e assumiu sua liberdade na rua...

 

quem passava, parava, vê-la ali, dançando na chuva

ainda que semi nua,

contornos suaves, quase audazes,

tentadores, para quem sonha.

  

mas em tudo o resto, era alheio

seu corpo, que molhado pela chuva,

bronzeado sobressaindo nos parcos raios de sol,

dava asas à imaginação...e dançava...

 

e dançava... até seu corpo cair na exaustão...

deixou-se amparar pela árvore da praça,

pelo banco de jardim, refúgio de quem passa...

pudera eu te abraçar... ou só tocar tua mão....

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 11:20

parece que vai chover...

Domingo, 16.06.13

 

 

 

Adensa-se o cinzento na tarde,

parece que vai chover, ou então,

o sol de zangado se escondeu...

Assim, tristes ficam os namorados

e o vendedor de algodão doce,

que azedo, contabiliza o que perdeu.

 

as tardes de domingo deveriam ter luz,

muita cor, ruídos de criança,

horas de loucura e de esperança,

mesmo quando o dia a dia é uma cruz...

 

diz a moça ao companheiro, que o ama,

mas ele sabe que ela mente

porque o amor nas palavras se sente,

e na tarde triste, as palavras não têm chama...

 

tristes, sós os perdidos no amor,

os que se deixam iludir pelo tempo...

gloriosos, felizes, os que ao relento

adormecem com as estrelas, sem dor....

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 19:34

ainda há pouco chovia...

Terça-feira, 28.05.13

 

 

ainda há pouco chovia...

 

do canteiro do pátio,

quis escolher a flor mais bela,

perfumada e sem espinhos,

mas a chuva que tudo molhava

a beleza encobria,

e a flor que a ti destinava,

ficou adiada,

esperando por um novo dia...

 

que importa se a primavera

vai embora, 

ou se a chuva por aqui mora,

um dia o sol vai sorrir,

e terás um jardim a florir...

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:29

a noite e o silêncio...

Quinta-feira, 28.03.13

 

 

 

 

 

triste a noite com a chuva nas vidraças,

o breu que se apoderou das camélias em flor,

e o silêncio que vai sangrando...sem dor.

as noites de chuva incendeiam noites de amor...





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publicado por Alexandrino Sousa às 22:26

primavera...

Sexta-feira, 22.03.13

 

 

 

 

 

a primavera trazia a luz da manhã,

o sol das plantas que imploravam para nascer...

mas trazia também o choro das manhãs de inverno...




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publicado por Alexandrino Sousa às 21:28

Sábado de manhã...

Sábado, 16.03.13

 

 

 

podem ser pingos de chuva que teimam em cair

atrasando o renascer da primavera,

podem ser nuvens cinzentas e lentas no céu

não deixando ver o brilho do sol...

mas tudo junto, não é nada, apenas e talvez um véu,

quando dentro de nós está um jardim a florir....




 

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publicado por Alexandrino Sousa às 11:49

águas de março....

Domingo, 10.03.13

 

 

 


são águas de Março,

as águas mil

que se precipitam do espaço,

qual aves sem asas,

qual coração abandonado.


e na ausência de um raio de sol,

de um simples afago,

são tantas as recordações

que brilham, num domingo molhado...

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:33

Primavera...

Quinta-feira, 07.03.13

 

 

 

fez-se noite tão depressa, tão rápido,

e eu ainda sonhava ver o azul do céu,

os raios de sol brilhando no espaço...

mas o céu esteve triste, de um cinzento

que de tão negro, chorava lágrimas de chuva...

assim, é tão monótono o entardecer...

e tu primavera, dos verdes prados,

dos jardins vivos e coloridos de flores,

para quando o encontro com os amores??



 

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publicado por Alexandrino Sousa às 21:46

A tarde e o silêncio...

Sábado, 10.11.12

 

a tarde vestiu-se de melancolia,

ora de sorriso triste,

ora de lágrimas na tarde fria...

que bom este gostinho a lazer,

à contemplação do silêncio,

um querer com sabor a prazer...



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publicado por Alexandrino Sousa às 17:07