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como uma borboleta...

Sexta-feira, 06.11.15

 

há um tempo em que a vida foge,

se dilui por entre os dedos...

 

há um tempo sem tempo,

que ao abrir dos olhos,

renascem todos os medos

que hibernavam no pensamento...

 

ver-te, ler-te e sentir-te,

é como abrir um livro,

página por página,

e beber a doce história não inventada.

 

vejo-te livre, solta, 

batendo asas por entre os ramos da vida,

qual borboleta, tão leve, tão colorida...

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:35


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