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horas mortas...

Sábado, 25.01.14

 

 

 

são de angústia as horas mortas,

partilhadas pelo silêncio e pela luz,

saltando uma após outra, triste cruz,

até que se canse o olhar...

 

até o mar, outrora em ruidosos brados,

permanece calmo, silencioso,

talvez se culpando, ou se sinta medroso

das forças que regem o universo

 

como o mar, meus medos me tomaram,

me tornaram seu refém

no pensamento agora sem dono, sem ninguém,

nas horas mortas, neste silêncio sem fim...

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 16:17


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