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nunca é tarde...

Sábado, 17.01.15

 

 

quiseram meus passos viajar no tempo,

entre as estradas sem fim

e as serras a caminho do céu...

 

perdi-me para te encontrar,

onde as lágrimas são o rio que passa,

e o ligeiro sorriso, o ar que ainda respiras.

 

levanta, entra no barco sem remos, sem vela,

qual caravela sem destino

à descoberta do mundo onde aportar.

 

levanta, faz-se tarde, tão tarde,

talvez demasiado tarde para recomeçar...

 

 

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:28


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