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pássaro ferido...

Domingo, 11.01.15

escrevo, palavra por palavra,

no silêncio onde nos escutamos

e nos entendemos ...

soltamos as músicas,

as letras que bebemos

e ouvimos até as lágrimas caírem...

como pássaros feridos,

escolhemos o ramo mais alto,

a árvore mais frondosa,

até que o fogo da vida 

nos faça voar novamente...

fecho os olhos mais uma vez,

ouço o cantar da alma ferida,

e vejo o filme da paixão nunca esquecida...

amanhã, quem sabe, 

renascerá a luz, a esperança perdida...

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 15:22


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