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saudade

Segunda-feira, 18.12.23

asas de anjo.jpg

até onde pode viajar o pensamento,
se livre de nostalgia e com todo o tempo
do mundo?

fecho os olhos e a tudo o que possa retirar
toda a solenidade dum momento ímpar
e tão profundo...

de asas brancas, quais anjos imaginários,
surgem todos os rostos, livres, solidários,
ainda que num breve segundo...

eles, os meus anjos, compreendem
o meu grito contido, ao vento proibido
de contar histórias, memórias,
sim, que o tempo lembra como vivido.

afago cada um (os meus anjos) com luva de cetim,
e acaricio cada fio de cabelo
que um dia passou por entre meus lábios,
e tudo foi tão, mas tão belo...






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publicado por Alexandrino Sousa às 18:02