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in(certeza)

Domingo, 25.10.15

 

 

é no silêncio que se esgotam as preces

as frases que não foram ditas

os olhares nas paredes vazias

 

de cada vez que fito o horizonte

não vejo céu, nem barco no mar

apenas a brisa me embala em seu manto...

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:25

Teu Olhar...

Terça-feira, 23.10.12

 

 

Agora sei-te minha,

de corpo e alma,

como só os infinitos amores.

 

Agora que as trevas deram lugar à luz,

e que as palavras, antes incertas,

são poemas do mais profundo sentir...

 

Agora, já posso adormecer nos braços da lua,

ou baloiçando olhando as estrelas,

ou te esperando numa qualquer estação...



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publicado por Alexandrino Sousa às 22:52