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Diário

Quarta-feira, 04.11.09

 

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Um dia vou partir,

por aí, para qualquer lugar,

onde me encontre,

onde me consiga "ver",

e tente perceber

o que faço aqui...

 

Sem rumo,

sem projecto,

serei bandeira ao vento

num constante movimento...

Preciso parar, pensar,

preciso me encontrar...

 

O tempo é meu amigo,

e ao meu tempo dá tempo

para que possa perceber,

talvez possa entender,

que escrevendo consigo

ler o meu pensamento...

 

E é em ti cadeira amiga,

companhia de ocasião

onde aprendi a sonhar,

que faço minha escrita,

que sem ser erudita,

é dirigida a um coração...

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 18:47

Palavras Soltas

Terça-feira, 03.03.09

 

http://www.blogdicas.com.br/fotos/2007/08/textos.jpg

 

Hoje, não há motivo  para escrever,

nada de novo há em mim, apenas o querer

de lançar frases soltas, " no papel",

sem dor, sem mágoa, como doce sem mel...

 

E para mim, que escrevo sobre o amor,

é uma tentação, um querer maior,

pegar em "nada", no meu vazio,

e aqui tudo "escrever" de fio a pavio.

 

Mas onde está o interesse, o desejo,

de ao ler um texto, ter o ensejo

de conhecer melhor alguém??

 

Que me desculpem os meus "leitores",

pelos mal entendidos ou dissabores...

Hoje, não sou eu, não sou  ninguém...

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 20:51

A RIMA DA PROSA

Sexta-feira, 18.01.08

  

Há poemas e poemas, versos que rimam e aqueles que tal e qual um jogo de palavras, se tornam belos apesar de as palavras parecerem deslocadas...

 

Tenho para mim que um texto em prosa, cujo conteúdo seja profundo, belo e simples, nos levará bem dentro da alma do escritor, e quase nos apropriamos do texto, fazendo-o nosso.

 

Aí sim, palavra a palavra, sílaba a sílaba, tudo se encaixa, tudo parece rimar e um texto quantas vezes "palpável", pela arte do escritor se torna "celestial", nos tranportando para lá das estrelas.

 

Como é bom ler um romance, entrar em todo o enredo, página a página nos absorvendo, para no final tomarmos partido de alguém.

 

Que melhor rima senão essa, de personagem a personagem, o autor se dedicar a cada um deles e não se extraviar no seu caminho, trilhando-o como se fosse seu...

 

A prosa me parece difícil, porque não conseguirei jamais lhe dar a "rima" que só os predestinados conseguem, não saberei prender o leitor á "minha alma", não poderei "contactar" com ele, não saberei lhe transmitir emoção.

 

A minha prosa, serão  estas linhas que quase diáriamente compartilho convosco, para no fim de contas partilharem o que sinto

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 19:38