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uma mão cheia de nada...

Domingo, 17.05.15

 

sabe-me a pouco o tanto que vejo,

e o que vejo nada me diz...

admiro-te tanto, tanto, meu mar,

mas vês, tenho-te aqui, preso na minha mão,

como uma ave que não pode voar.

 

assim são os desejos, o sentimento,

as emoções, os sonhos idealizados,

enormes quando partilhados,

desprezíveis quando alienados no tempo.

 

pudera eu ter braços do tamanho do mundo,

poros de minha pele que bebessem a cada segundo

as angústias de quem sofre, de quem não sabe sorrir,

e inventar a magia da esperança que há-de vir....

 

 

 

 

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publicado por Alexandrino Sousa às 22:21


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